sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Penhoras faraónicas ou um caso de arqueologia fiscal
Estamos cada vez mais parecidos com os egípcios (ainda não percebi se agora se escreve com "p" ou sem "p"...).
Não tanto pela parte da sublevação popular que se vive no Cairo, mas sim com um ministério das Finanças de tal maneira eficaz que vai desenterrar múmias quando só ia executar uma simples penhora fiscal. É um caso que "graças às Finanças", pode colocar Portugal na rota dos assuntos faraónicos.
O PM tem, aliás, feito grandes esforços nesse sentido, com o TGV, a segunda auto-estrada para o Porto, a Terceira Travessia do Tejo e o Aeroporto de Alcochete-Jamé.
Aguarda-se a todo o instante o anúncio da demissão
Ah, não, afinal estavam a falar do Egipto.
Bolas...
Bolas...
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Cobrar mais impostos é "positivo e encorajador"
Diz o Grande Ilusionista.
Em Portugal não temos um ministério das Finanças. Temos uma delegação do xerife de Nottingham.
Em Portugal não temos um ministério das Finanças. Temos uma delegação do xerife de Nottingham.
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